As Redes Sociais são o mundo real! #smbr2012

Por Postado em - Redes Sociais em 16, Maio, 2012 0 Comentários

Leia sobre os principais tópicos debatidos no maior evento da América  do sul sobre Mídias Sociais

Debate sobre Gamification

Nos dias 11 e 12 de maio, a equipe de gestão de redes sociais da Mídia de Impacto esteve presente na 4º edição do Social Media Brasil, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo (SP). O evento, organizado pela Media Education, reuniu os melhores profissionais atuantes na área, para debater e apresentar as atuações e tendências no uso das Mídias Sociais.

 

No primeiro dia, quem abriu o evento foi Bianca Furtado (Cadastra), falando sobre a importância da integração entre uma loja virtual e as redes sociais para gerar leads, estabelecer contato e ajudar na realização da venda.

 

Em seguida, Marcelo Vitorino (Presença Online) explicou sobre comunicação dirigida e o princípio de encontrabilidade, que trata de não usar apenas um tipo de comunicação, caso contrário, atingirá apenas uma parte do seu público.

 

Num bate-papo entre Marcelo Trevisani (Tecnisa), Amnah Asad (LiveAD), Dudu Fraga (Talk Inc)e Ana Paula Kuroki (Lino Inc) discutiu-se a importância das informações obtidas nas redes sociais, através da análise de comportamento em diferentes canais.

 

No painel, “Eleições 2012 – O que devo saber para este ano? o que mudou?”, Juliano Spyer (NaoZero.com.br) pede atenção aos usos e comportamentos da classe C nas redes sociais. Estamos rejeitando a maneira como essa classe está utilizando a internet – uma população de 105 milhões de pessoas no Brasil, considerada a mais sociável.

 

Ao contrário do que estão falando, a tv não morrerá com a vinda das redes sociais. É o que afirmou Jayson Fittipaldi (Nobox), ao explicar que boa parte dos usuários gosta de comentar pelas redes o que estão assistindo na TV. Jayson comentou ainda sobre o papel da Smart TV e sobre as novas estratégias que as emissoras deverão adotar, integrando-se às redes sociais. Um ótimo case apresentado foi o do CQC 3.0 que acontece as segundas-feiras após o fim do programa na TV.

 

Encerrado o ciclo de palestras no primeiro dia, com clima de irreverência, Felipe Signorini (Talk Interactive) falou do mau influenciador nas redes, ou o popular hakcker, que consegue burlar os dados (seguidores, números de “curtir”), mas deixou claro que na realidade essa ação não trás retorno nenhum a marca.

 

No segundo dia, a abertura ficou por conta de Vinícius Zimmer (Agência Casa)  que apresentou estratégias de mídias e melhores práticas em anúncios na rede: “para se fazer a diferença, a marca deverá ter maior conexão emocional (influenciar o público nas redes) e consequentemente obterá mais dinheiro”.

 

“Como os amigos podem influenciar na decisão de compras nas redes sociais” foi o tema do painel de Gabriel Borges (Ampfy), que afirmou: “a marca não deve apenas conversar, mas tornar-se compartilhável”.

 

Gina Gotthilf  (Tumblr) deu dicas para uso do Tumblr para pequenas e médias empresas e destacou a facilidade de uso e a vantagem do conteúdo criado estar disponível por um longo período (ao contrário do Twitter e a Timeline do Facebook).

 

Em seguida, Vince Vader (ESPM), Cacau Guarnieri  (RS Ativa), Gabriel Tosi (Media Stay  e Mitikazu Lisboa (Hive) falaram sobre Gamification: mecânicas usadas em games para criação de plataformas para diversos fins. Um excelente case mostrado foi  Games for Change que produz jogos digitais para a transformação social.

 

No painel “Redes Sociais para B2B”, Thiago Leite (Likeme.dia) explicou que empresas que atendem a outras empresas, devem utilizar Marketing de Conteúdo e Marketing de Expertise para gerar conhecimento. Em B2B, não adianta sortear 10 Ipads para obter fãs e seguidores, pois não estará atingindo o público certo, nem gerando engajamento.

 

Com chave de ouro, o pessoal da Agência Pólvora encerrou o Social Media Brasil 2012. Jair Tavares e Mario Soma mostraram suas visões a respeito do novo profissional de comunicação, focado em entendimento do ser humano, domínio técnico de vários meios e formatos, pensamento integrado da comunicação, planejamento criativo e ações baseadas em metas e resultados.

 

O que se percebeu através dos painéis, debates e perguntas feitas pela plateia é que a opinião geral se resume numa frase: “Muitos falam, poucos fazem”!  O brasileiro é o povo mais participativo das redes sociais no mundo, porém somos ainda em sua maioria meros usuários.

 

As agências digitais estão se preparando e estudando bastante sobre este assunto, mas a maioria das empresas ainda não identificou o potencial das mídias sociais para seus negócios. Em contrapartida, há muitas dúvidas em relação a como convencer o cliente para investir nestes canais. Para se ter uma ideia, havia dentre os mil inscritos, no máximo 10 empresários (os possíveis clientes das agências). O restante era composto por profissionais de agências e estudantes.

 

Eventos como o Social Media Brasil contribuem sobremaneira na evolução do profissional de mídias sociais, possibilitando networking, insights e quebrando paradigmas.

 


 

 

 

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